O JOGO

Pinhati encara Mundial de Ironman em Kona

Ricardo Luchiari, Márcio Pinhati e Rafael Pompeo na R2 Sports

Ricardo Luchiari, Márcio Pinhati e Rafael Pompeo na R2 Sports

Triatleta da equipe Triaction e aluno da Academia R2 Sports, o americanense Márcio Pinhati participa amanhã (10) do Campeonato Mundial de Ironman, em Kona, Big Island, no Hawaí. Ele conseguiu a vaga com a quarta colocação de sua categoria no Ironman de Fortaleza, no ano passado.

Um sonho alcançável para poucos: o desafio, que acontece neste sábado, é a mais importante prova de triathlon do planeta. Serão mais de 2.200 atletas de cerca de 100 países diferentes participando da disputa, que envolve 3,8 km de natação, 180,2 km de ciclismo e 42,2 km de corrida, totalizando 226,2 km. O tempo limite para completar a prova é de 17 horas.

Para a sua preparação física, Márcio contou que treinou de três a cinco horas por dia durante a semana e entre quatro e sete horas por dia aos finais de semana, com auxílio dos técnicos William Barbosa (Triaction) e Ricardo Luchiari (R2).

“Nadei na R2 cerca de uma hora e meia todos os dias, de segunda a sexta, pedalei três dias e fiz corrida em outros dois. Aos sábados, fiz pedal longo, chegando até 200 km, com corrida curta de 5/6 km. Aos domingos, pedal curto de 40/80 km e corrida longa de até 35 km”, contou o triatleta antes da viagem ao Mundial. Além das três modalidades do triathlon, Pinhati também realizou treinos de musculação ao menos três vezes por semana.

Influenciado pelo irmão Élcio, Márcio iniciou no triathlon em 2011 e participa do Mundial pela segunda vez, sendo o único atleta em Americana a ter atingido este patamar.  Um dos maiores destaques e desafios da competição no Hawai é o enfretamento das condições adversas do clima.

“Estou muito bem preparado, mas o Ironman em Kona é uma surpresa: você pode se deparar com o mar muito agitado, um ciclismo com muito calor e ventos de até 60 ou 80 km/h, mais uma maratona sob calor e sol realmente intensos, em alguns anos a temperatura chega a 38°C. Este ano espero concluir o mundial com um tempo entre 10 e 11 horas” disse.

Se por um lado as condições adversas em Kona são fatores que dificultam a prova, esta característica é também o que inspira e estimula a vontade de vencer em Pinhati e nos triatletas em todo mundo.

Juli Soares > Assessoria de Imprensa > 2015, 9 outubro